O Budismo originalmente preocupa-se apenas com a extinção do sofrimento humano, e não busca nenhuma interpretação religiosa ou metafísica do universo.
Não cometer violências desnecessárias contra qualquer ser vivo.
Não roubar.
Não ser sensualmente impuro. Neste preceito, Buda é vago, pois a definição do que é “sensualmente impuro” pode variar de acordo com o contexto cultural do praticante. Este preceito de modo estrito, condenado o estupro, o incesto, o adultério e o homossexualismo.
Não mentir.
Não ingerir substâncias intoxicantes. De novo, a definição do que seja “substância intoxicante” varia de acordo com a sociedade em questão. Geralmente, as seitas budistas interpretam este preceito como uma condenação ao álcool e a drogas como a maconha, a cocaína, o crack etc.[2]. Embora a definição do que seja “droga” possa variar ao longo do tempo e de acordo com cada sociedade. Vale observar que a condenação do Budismo ao álcool geralmente é mais branda do que a condenação que o Islamismo faz do mesmo.